Natural do Porto, iniciou o seu percurso gastronómico n’O Paparico em fevereiro de 2016 como estagiário. Rapidamente se afirmou como um profissional com visão e ambição, encaixando de forma sublime nos valores, exigência e rigor que nos regem.

No seu percurso profissional, conta com a passagem pelas cozinhas do restaurante Maeemo, em Oslo, detentor de 3 estrelas Michelin e do restaurante Culler de Pau, em O Grove, Galiza, que soma já 2 estrelas, tendo sido convidado a regressar à cozinha d’O Paparico em outubro de 2017.

Sólido, assumiu as funções de Sub-chef, Chef de cozinha, até dirigir a cozinha do restaurante como Chef Executivo, cargo que ocupa até ao presente momento.

 

“O Paparico é a minha casa. Vivo, respiro e estimo o restaurante como se fosse meu. Sinto a minha equipa como se fosse minha família.”

- Chef Executivo Rúben Santos

Para o Chef Executivo Rúben Santos, além dos conceitos-base que acompanham a história d’O Paparico, o território, o produto, o receituário e a cultura, existem dois sentimentos intangíveis que os complementam, a emoção e a energia.

Desde jovem, que os interesses do Chef se dividem entre as ciências e as artes. Se por um lado se impõe compreender o mundo de forma lógica e analítica, por outro, há nele uma vontade atroz de se exprimir. Obra destes dois sistemas ambíguos, as suas criações gastronómicas, a própria cozinha que pratica, são o espelho de uma pesquisa consistente, precisa e cuidada de cada ingrediente, que culmina, por sua vez, na busca final pelo prazer, pela emoção, por um estado de alma. Na sua perspetiva, a gastronomia é uma forma de expressão artística tão válida como a escultura, a música ou a pintura, tanto que chega a ser libertadora. O seu processo criativo é, desta feita, uma reflexão dos estímulos provenientes de todas estas áreas.

O seu mote traduz-se na vontade de ser mais, ser melhor, conduzir o inusitado, o irreverente. Rebelde por natureza, é um eterno insatisfeito. Citando palavras suas, “podem chamar-lhe ambição, autossuperação, sonhos ou até mesmo ingenuidade. Normalmente chamo-lhe inquietude.”.

Please publish modules in offcanvas position.